quinta-feira, 19 de abril de 2012

Reportagens




Filial da Lindóia Alimentos é realidade em Irani

No dia 27 de abril, às 14:30 hs, aconteceu a inauguração da filial de Irani, da Lindóia Alimentos, no Distrito Industrial, às margens da BR-153. A cerimônia inaugural começou  com o descerramento da fita, pela Diretora Geral da empresa, Dilce Zatta Gasparotto (Kica), e autoridades municipais e estaduais.
Com a sala lotada por convidados, autoridades, funcionários, produtores, amigos e colaboradores, após formada a mesa de honra, Ozaide Alves da Rocha, Presidente da Câmara de vereadores de Irani, foi o primeiro fazer uso da palavra relatando que em 2008, a administração anterior, iniciava o projeto de trazer a filial da empresa para Irani.  Somente agora foi concretizado e, a Lindóia Alimentos é de grande importância para o município, gerando impostos, empregos e fazendo com que muitos munícipes não precisem se deslocar para trabalhar em outros centros.
O Deputado Estadual Moacir Sopelsa, destacou que viu a área industrial de Irani nascer em administrações anteriores. Destaca o parlamentar que Irani sempre serviu como um berço de trabalhadores para outros municípios e essa foi sempre a preocupação dos ex-prefeitos Cleinor e Binho, que iniciaram o trabalho continuado pela atual administração. “Hoje vemos nascer aqui a filial da Lindóia Alimentos, uma indústria de importância forte, que além da industrialização, atenderá os nossos produtores”, ressaltou. Apontou a 5ª colocação do estado como produtor de alimentos no país e destacou as dificuldades enfrentadas pelos empresários, mas, por traz de tudo, está o produtor, pois, “quando o campo não planta, a cidade não janta”. A indústria só terá sucesso, se os produtores tiverem sucesso. Encerrando, parabenizou a Diretora Kica, toda sua equipe, produtores e administração municipal, enfatizando que o produtor não vive sem a indústria e a indústria não vive sem o produtor.
A prefeita municipal Adelaide Salvador, demonstrou sua alegria em estar fazendo parte da inauguração de uma obra de real importância, agradecendo a empresária por ter escolhido Irani para se instalar, deixando feliz a comunidade e os produtores. “Isso que Irani precisa. É mais uma empresa aqui instalada. Isso é só o começo, porque acreditamos que muitas ainda virão”, concluiu.
A empresária Dilce Zatta Gasparotto (Kica) fez um breve relato sobre o início, quando foi apresentada ao então prefeito Binho, que incentivou a realização do projeto, hoje realidade, na administração atual. Teceu elogios a prefeita Adelaide, pela frase dita por ela, que para Irani, não importa quem fez, ou quem começou. O importante é que o laticínio está aqui.
“Desde 21 de maio de 2009, após a assinatura do contrato de incentivos fiscais, iniciamos os trabalhos, mesmo com dificuldades, uma vez que, resolvemos investir num país cuja carga tributária é a maior do mundo. Nesse caminho, encontramos pessoas que não mediram esforços para nos auxiliar”, pontuou.
Elogiou a elevada produção de leite de Irani e acredita que aumentará ainda mais, destacando a importância da industrialização no município. Para finalizar, agradeceu sua equipe, produtores, autoridades e todos que de uma ou outra forma contribuíram para que este projeto se transformasse em realidade.
Após a solenidade, os presentes saborearam um delicioso coquetel, regado à Chopp, oferecido pela diretoria da empresa.
Dirceu Silveira



Projeto de aluno de Irani participará de feira internacional

Tudo começou no ano passado, em uma Feira Multidisciplinar realizada pela Escola Dom Felício C. da Cunha Vasconcelos de Irani, onde vários projetos receberam destaques e entre eles, “O Sol nasceu para todos” do aluno Wagner Roberto Degaraes, com a coordenação da professora Maristela Aires Pinto, passou a participar de feiras em nível regional, estadual e nacional. O projeto nasceu na escola, porém, não para avaliação em feiras, somente para apresentação escolar. Após observarem a importância do mesmo, resolveram colocá-lo em prática, principalmente na apresentação teórica e chegar a um consenso do que poderia ser feito com ele. O projeto envolve uma casa 100% com energia solar, de uma sistemática simples e uma engenharia praticamente básica. A característica marcante é a movimentação que ocorre nos telhados que permite com que a luz do sol entre na casa em quantidade controlada porque existem vidros duplos e desembaçados que controlam a velocidade da luz, da temperatura e a energia para movimentar os motores, para tentar diminuir o uso da energia elétrica que, sua fonte muitas vezes agride o meio ambiente. É uma alternativa que precisa crescer cada vez mais.
Após a feira realizada na escola, o projeto foi apresentado em uma feira multidisciplinar na UNC em Concórdia, onde classificou-se para uma feira estadual em Florianópolis. Nessa, passou por um comitê muito rígido e classificou-se para uma feira internacional realizada em Porto Alegre.
“O nosso principal objetivo foi então envia-lo para a Febrace (Feira Brasileira de Ciências e Engenharia), em São Paulo, mas, acabamos desviando um pouco desse caminho e participando de outras feiras. O mais engraçado, que em São Paulo que é uma feira de alto nível e com apoio de empresas de renome, o projeto também foi destaque”, assinalou Wagner.
A feira em nível internacional que o aluno Wagner e a professora Maristela participarão, está com a data marcada para 17 de outubro deste ano.
O mentor do projeto se sente muito honrado com o apoio incondicional que tem recebido da comunidade iraniense, pois, todas as empresas visitadas se disponibilizaram a ajudar de muitas formas para que tudo pudesse acontecer como vem acontecendo.
O aluno já tem em mente outros projetos que acredita poderão ser aproveitados, porém, prefere participar, apresentar, mas, residir sempre em Irani pela periculosidade dos grandes centros.
Wagner destacou que somente ele a professora Maristela desenvolvem o projeto, apesar de ter convidado outros colegas para participar, todavia, no momento que comenta sobre pesquisas mais aprofundadas e da dedicação total no trabalho, que é fundamental para aprofundá-lo e realizá-lo, os mesmos desistem e não demonstram interesse.
Na verdade, num futuro bem próximo,  esse projeto poderá ser fruto de um contrato com uma grande empresa para realizá-lo, e certamente, os méritos serão de Wagner, seu criador, de Maristela, sua professora e coordenadora, dos seus incentivadores do município e da escola onde teve início essa caminhada vitoriosa. Vasconcelos de Irani, onde vários projetos receberam destaques e entre eles, “O Sol nasceu para todos” do aluno Wagner Roberto Degaraes, com a coordenação da professora Maristela Aires Pinto, passou a participar de feiras em nível regional, estadual e nacional. O projeto nasceu na escola, porém, não para avaliação em feiras, somente para apresentação escolar. Após observarem a importância do mesmo, resolveram colocá-lo em prática, principalmente na apresentação teórica e chegar a um consenso do que poderia ser feito com ele. O projeto envolve uma casa 100% com energia solar, de uma sistemática simples e uma engenharia praticamente básica. A característica marcante é a movimentação que ocorre nos telhados que permite com que a luz do sol entre na casa em quantidade controlada porque existem vidros duplos e desembaçados que controlam a velocidade da luz, da temperatura e a energia para movimentar os motores, para tentar diminuir o uso da energia elétrica que, sua fonte muitas vezes agride o meio ambiente. É uma alternativa que precisa crescer cada vez mais.
Após a feira realizada na escola, o projeto foi apresentado em uma feira multidisciplinar na UNC em Concórdia, onde classificou-se para uma feira estadual em Florianópolis. Nessa, passou por um comitê muito rígido e classificou-se para uma feira internacional realizada em Porto Alegre.
“O nosso principal objetivo foi então envia-lo para a Febrace (Feira Brasileira de Ciências e Engenharia), em São Paulo, mas, acabamos desviando um pouco desse caminho e participando de outras feiras. O mais engraçado, que em São Paulo que é uma feira de alto nível e com apoio de empresas de renome, o projeto também foi destaque”, assinalou Wagner.
A feira em nível internacional que o aluno Wagner e a professora Maristela participarão, está com a data marcada para 17 de outubro deste ano.
O mentor do projeto se sente muito honrado com o apoio incondicional que tem recebido da comunidade iraniense, pois, todas as empresas visitadas se disponibilizaram a ajudar de muitas formas para que tudo pudesse acontecer como vem acontecendo.
O aluno já tem em mente outros projetos que acredita poderão ser aproveitados, porém, prefere participar, apresentar, mas, residir sempre em Irani pela periculosidade dos grandes centros.
Wagner destacou que somente ele a professora Maristela desenvolvem o projeto, apesar de ter convidado outros colegas para participar, todavia, no momento que comenta sobre pesquisas mais aprofundadas e da dedicação total no trabalho, que é fundamental para aprofundá-lo e realizá-lo, os mesmos desistem e não demonstram interesse.
Na verdade, num futuro bem próximo,  esse projeto poderá ser fruto de um contrato com uma grande empresa para realizá-lo, e certamente, os méritos serão de Wagner, seu criador, de Maristela, sua professora e coordenadora, dos seus incentivadores do município e da escola onde teve início essa caminhada vitoriosa.
Dirceu Silveira





Agricultura de Vargem Bonita é destacada por produtor rural

Como acontece regularmente todos o anos, a Secretaria Municipal de Agricultura de Vargem Bonita, vem realizando um ótimo trabalho no município, digno de elogios por parte dos produtores rurais.
Segundo o funcionário André Pasquali, desde o início de fevereiro, máquinas da municipalidade realizam serviços de silagem nas propriedades rurais e durante o ano, as três máquinas colherão em torno de 300 mil sacas de milho.
O produtor paga apenas de R$ 28,00 a hora-máquina, ou seja, praticamente o valor do combustível gasto no trabalho.
Atualmente o Secretário Municipal de Agricultura Ielder Cazella, vem desenvolvendo todos os tipos de serviços que o agricultor necessita, pois, além de da silagem, realiza-se também o preparo do solo, semeadura, distribuição de adubo e plantio, entre outros. Isso acontece há oito anos, desde o início da administração.  As máquinas foram adquiridas pela administração para essa finalidade, ou seja, prestar os serviços que o homem do campo.
Disse André, que em média são feitos de 2 a 3 hectares diários de silagem.
O produtor Ivoni Mafioletti de Linha 25 de Maio enalteceu o trabalho realizado, que, além de ser bem executado, é de acordo com o pedido do produtor.
“Sempre foi assim. Esse trabalho é bom e existe desde a época que Itamar Rossi, era chefe da pasta da agricultura. O mesmo acontece com as estradas vicinais e não podemos reclamar da administração, pois, sempre somos bem atendidos na saúde, educação e em todos os segmentos da atual gestão”, enfatizou Ivoni.
O ponto fundamental é o valor irrisório de horas-máquinas, cobrado dos agricultores e esperam a continuidade dos serviços pela futura administração.
Dirceu Silveira



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